Orlando teve recorde de 76,7 milhões de visitantes em 2025 — o que o número diz a quem aluga por temporada
O crescimento veio do turista americano que pernoita; o Brasil subiu 5,6% e o Canadá caiu 13,3%. Mas recorde de visitantes não é o mesmo que casa cheia
Texto produzido com apoio de IA e revisado por Leo Martins. Leo Martins tem vínculo com The Florida Lounge, anunciante deste conteúdo.

Orlando recebeu 76,7 milhões de visitantes em 2025, o maior número da história do destino e 1,8% a mais que em 2024, segundo o comunicado oficial da Visit Orlando, a agência de turismo da região, divulgado em 7 de maio de 2026. É o dado anual mais recente, e a entidade diz que a cidade continua sendo o destino mais visitado dos Estados Unidos.
Para quem tem ou pensa em ter uma casa de aluguel por temporada na região, o número total chama atenção, mas o que interessa está na composição.
Quem veio
- 70,3 milhõesvisitantes americanos, recorde, alta de 2,2%
- 49,2 milhõesdeles dormiram ao menos uma noite (70% do total doméstico)
- 6,3 milhõesvisitantes internacionais, queda de 2,4%
O crescimento veio do turista americano. O número de visitantes do próprio estado da Flórida subiu 3,4%. Já o turismo internacional encolheu, puxado pelo Canadá, que segue como principal mercado estrangeiro, com 1,119 milhão de visitantes, mas caiu 13,3%.
O Brasil foi na direção contrária: 736,3 mil brasileiros visitaram Orlando em 2025, alta de 5,6%. Entre os países citados no comunicado, só Canadá e Reino Unido (933,5 mil) mandaram mais visitantes. México e Colômbia bateram recorde, com 458,5 mil e 360 mil visitantes.
A presidente da Visit Orlando, Casandra Matej, fez uma ressalva no próprio anúncio: o total mostra crescimento, mas "conta só parte da história" (tradução livre).
O que o número diz — e o que não diz — a quem aluga por temporada
O dado que mais conversa com o aluguel de temporada é o de quem pernoita: 49,2 milhões de americanos dormiram ao menos uma noite na região em 2025, 1,8% a mais que no ano anterior. É essa demanda que se divide entre hotéis, resorts e casas de férias.
Mas recorde de visitantes não é o mesmo que casa cheia. O comunicado não informa quantos ficaram em casas de aluguel nem quanto gastaram. E os indicadores de hospedagem nem sempre andam juntos com o total: na semana encerrada em 2 de maio de 2026, a taxa de ocupação dos hotéis de Orlando foi de 75,8%, 2,8% abaixo de um ano antes, segundo a própria Visit Orlando — o retrato de uma semana, não do ano.
A renda de uma casa de temporada depende também de quantas casas disputam o mesmo hóspede, das regras do condomínio e do condado e dos custos de manter o imóvel. O recorde de 2025 mostra que a demanda continua grande e crescendo devagar, apoiada no turista americano. Para o brasileiro que compara a Flórida com outras opções de renda em dólar, isso é contexto, não garantia de ocupação.
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Vale acompanhar o próximo balanço anual da Visit Orlando e os dados de ocupação ao longo de 2026, e ver se a queda do Canadá, principal mercado estrangeiro, continua.
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Fontes: Visit Orlando — comunicado oficial "Orlando Welcomed Record 76.7 Million Visitors in 2025" (PR Newswire) (07/05/2026); Visit Orlando — blog corporativo (ocupação hoteleira da semana encerrada em 02/05/2026) (lida em 01/10/2026 (post sem data visível na leitura; dados de ocupação da semana encerrada em 02/05/2026)); The Florida Lounge Club (sinal — post do estoque, não usado como fonte de fato) (07/05/2026).

