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Quanto custa alugar em Orlando em 2026: o aluguel parou de subir — o que isso diz a quem compra para alugar

Os levantamentos de setembro e outubro de 2026 mostram o aluguel de Orlando estável ou em leve queda em 12 meses, com mais imóveis à venda; o retrato com fonte e data para quem pensa em renda de aluguel de longo prazo — sem promessa de rentabilidade

Leo Martins · · atualizado 9 out 2026, 17h21 · 5 min de leitura

Texto produzido com apoio de IA e revisado por Leo Martins.

Prédios de apartamentos de três andares, com telhado de telha e fachada laranja, à beira de um lago com chafariz no bairro planejado de MetroWest, em Orlando
Foto: Rogerhamelin / Wikimedia Commons · CC BY-SA 3.0 · origem
Neste artigo
  1. O aluguel de Orlando parou de subir em 12 meses
  2. Quanto custa alugar: três fontes, três jeitos de medir
  3. Demanda existe — e a oferta à venda também cresceu
  4. O que isso quer dizer para quem compra para alugar

Para boa parte de quem compra imóvel na Flórida a partir do Brasil, a pergunta que importa não é quanto custa a casa, e sim quanto ela aluga. Depois de anos de alta forte, o aluguel de longo prazo em Orlando chega a outubro de 2026 em outro momento: os levantamentos mais recentes mostram o valor parado ou em leve queda em 12 meses. Este guia reúne o dado atualizado, com fonte e data, e o que ele diz a quem pensa em comprar para alugar.

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1.O aluguel de Orlando parou de subir em 12 meses

Segundo o relatório de outubro de 2026 da Apartment List, o aluguel mediano na cidade de Orlando caiu 0,4% ao longo de setembro e acumula queda de 1,5% em 12 meses — em linha com a média da Flórida, que também recuou (1,2%). O RentCafe, com dado atualizado em 30 de setembro, mostra o contrário, mas por pouco: alta de 0,19% em 12 meses.

As duas fontes discordam na direção, mas concordam no essencial: depois da escalada dos últimos anos, o aluguel de Orlando está praticamente parado. Por que isso importa para quem compra para alugar? Porque a conta precisa fechar com o aluguel de hoje — não com a expectativa de reajuste.

2.Quanto custa alugar: três fontes, três jeitos de medir

O valor depende de quem mede, e vale entender por quê antes de usar qualquer número numa conta:

  • Apartment List (outubro de 2026): mediana de US$ 1.522 por mês na cidade; US$ 1.297 para um quarto e US$ 1.612 para dois quartos.
  • RentCafe (setembro de 2026): média de US$ 1.838 para apartamentos; US$ 1.624 para um quarto, US$ 1.981 para dois e US$ 2.401 para três.
  • Censo americano (American Community Survey de 2024): aluguel bruto mediano de US$ 1.841 na cidade de Orlando e de US$ 1.877 na região metropolitana.

A diferença não é erro de nenhuma delas, já que cada uma mede uma coisa. A mediana fica abaixo da média quando há imóveis muito caros puxando a conta para cima, e o Censo mede o aluguel bruto — o aluguel do contrato mais o custo médio de luz, gás, água e esgoto quando pagos pelo inquilino. Para estimar o aluguel de um imóvel específico, o que vale é a comparação com imóveis parecidos na mesma região, não a média da cidade.

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3.Demanda existe — e a oferta à venda também cresceu

Orlando é uma cidade de inquilinos: cerca de 63% dos domicílios ocupados da cidade são alugados, segundo o Censo de 2024. Na região metropolitana inteira, que inclui Kissimmee e Sanford, a proporção cai para cerca de 38%, no mesmo levantamento do Censo. Gente querendo alugar, portanto, não falta — o que ajuda a explicar o aluguel parado está do lado de quem vende.

No mercado de compra e venda, a Orlando Regional REALTOR Association (ORRA) registrou mediana de US$ 400.676 em agosto de 2026 no mercado central de Orlando (Orange e Seminole), perto dos US$ 403.222 de agosto de 2025. Em agosto, segundo a ORRA, a oferta subiu para 4,9 meses de estoque, contra 4,4 meses em julho, e as casas levaram em média 64 dias para vender. Preço de compra estável e mais opções para escolher formam um mercado em que o comprador tem tempo para negociar — e em que o aluguel também não tem pressa para subir. A leitura completa desse momento está em onde está o ciclo imobiliário de Orlando em 2026.

4.O que isso quer dizer para quem compra para alugar

Não há atalho para a rentabilidade: dividir o aluguel mediano de um apartamento pela mediana de venda de todas as casas compara coisas diferentes e não diz nada sobre o imóvel que você está olhando. Por isso, a conta honesta é a do imóvel específico — aluguel de imóveis parecidos na mesma rua ou condomínio, menos os meses vazios, manutenção, imposto predial, seguro, taxa de associação e taxa de administração.

O retrato de outubro de 2026 sugere fazer essa conta sem contar com reajuste de aluguel no curto prazo. Se a dúvida é entre longo prazo e temporada, vale ler aluguel de temporada ou de longo prazo em Orlando. E como esses números se aplicam ao seu objetivo é conversa para ter com um especialista antes de decidir.

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Aluguel mediano, por número de quartos, e variação mensal e em 12 meses: Apartment List, relatório de outubro de 2026, lido em 08/10/2026. Aluguel médio de apartamentos e variação anual: RentCafe, atualizado em 30/09/2026. Aluguel bruto mediano e domicílios alugados: U.S. Census Bureau, American Community Survey 2024 (1 ano), consultado via Census Reporter em 08/10/2026; a participação de alugados é cálculo do Valor & Mercado sobre essa tabela. Definição de aluguel bruto: U.S. Census Bureau. Mediana de venda, estoque e dias no mercado: ORRA, narrativa de agosto de 2026. As fontes usam metodologias diferentes e não são diretamente comparáveis.

Correção (09/10/2026): Texto revisado em 09/10/2026 para ficar mais claro; nenhum dado mudou.

Fontes: Apartment List — Orlando, FL Rent Report, outubro de 2026 (outubro/2026 (lido em 08/10/2026)); RentCafe (Yardi) — Average rent market trends, Orlando, FL (atualizado em 30/09/2026 (lido em 08/10/2026)); U.S. Census Bureau — American Community Survey 2024 (1 ano), tabelas B25064 (aluguel bruto mediano) e B25003 (domicílios ocupados por dono/inquilino), cidade de Orlando e região metropolitana Orlando-Kissimmee-Sanford — via API do Census Reporter (ACS 2024 (lido em 08/10/2026)); U.S. Census Bureau — "Gross Rents Continue to Rise" (blog Random Samplings, definição de aluguel bruto) (12/2017 (lido em 08/10/2026)); Orlando Regional REALTOR Association (ORRA) — Housing Market Narrative, agosto de 2026 (mercado central de Orlando — Orange e Seminole) (agosto/2026 (lido em 08/10/2026)).

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